Blog criado por graduandos do curso de engenharia de alimentos na UFAM com intuito de falar um pouco mais sobre o que é na verdade a Engenharia de Alimentos.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
O que você pode fazer como Engenheiro de Alimentos
Armazenamento e transporte
Estabelecer parâmetros de armazenamento e transporte, visando à garantia de qualidade do produto acabado.
Automação de processos
Planejar e implantar linhas automatizadas de produção.
Consultoria
Prestar assessoria a empresas da área alimentícia no desenvolvimento de produtos, layout de equipamentos e de plantas de produção e implementar sistemas de controle da qualidade.
Controle de qualidade
Organizar métodos e sistemas de controle e garantia de qualidade das matérias-primas e dos produtos processados nas indústrias alimentícias, coordenar análises laboratoriais.
Pesquisa e desenvolvimento
Criar e aperfeiçoar produtos, de acordo com as necessidades do mercado. pesquisar matérias-primas, embalagens e tecnologias de produção.
Planejamento e projetos agroindustriais
Planejar e implantar instalações industriais alimentícias e dimensionamento de equipamentos. Avaliar a viabilidade econômica de novas indústrias, estudando as oportunidades de mercado.
Produção
Desenvolver e aprimorar processos de produção, fazer a seleção de máquinas e equipamentos fabris. planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.
Tratamento de resíduos
Definir métodos de descarte, reciclagem e possível reaproveitamento de resíduos da indústria alimentícia, protegendo o meio ambiente e visando à sustentabilidade.
Vendas técnicas e marketing
Desenvolver aplicações visando à comercialização de matérias-primas, ingredientes, insumos e equipamentos para a indústria alimentícia.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
O Uso do Leite na Industria de Eng. de Alimentos
Artigo a baixo sobre o uso do Leite.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABIhQAK/estudo-leite-na-engenharia-alimentos
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Guia de Carreira
Segue link sobre um Guia de Carreira no ramo da Engenharia de Alimentos
que esclarece bastante e tira bastante duvidas sobre a carreira em geral:
http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2012/06/guia-de-carreiras-engenharia-de-alimentos.html
A evolução alimentar e o papel da Engenharia de Alimentos
A cadeia produtiva de alimentos é complexa. Na transformação da matéria-prima em alimento industrializado estão os ingredientes, processos, produtos, embalagem e até mesmo a sua distribuição no varejo. Essas etapas são fundamentais para que o produto final seja comercializado de acordo com as exigências da empresa, do mercado e, principalmente, do consumidor, grande responsável pelas mudanças no setor nos últimos anos.
Com maior acesso à informação e melhor poder aquisitivo, o brasileiro, antes sem muitas novidades e poucas opções, tornou-se mais exigente e menos fiel às marcas. Diante disso, a indústria alimentícia não teve outra saída a não ser investir na criação de produtos que atendessem às preferências dos brasileiros e garantissem sua competitividade de mercado.
Para o professor e coordenador do curso de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, Marcello Nitz, “hoje, não basta garantir maior tempo de vida útil, segurança e praticidade ao alimento, é preciso atender ao mercado consumidor, cada vez mais informado e exigente”.
Atenta a essas mudanças e à importância desse setor, a FIESP encomendou ao IBOPE uma pesquisa nacional a respeito dos hábitos de consumo e percepções da população brasileira sobre a alimentação. De acordo com a entidade, entre pequenas e grandes, o Brasil tem hoje 22 mil indústrias de alimentos. O setor representa 10% do PIB nacional e emprega mais de 1,5 milhão de pessoas. No entanto é preciso mudar conceitos para continuar crescendo.
As conclusões da pesquisa podem ser lidas na publicação do estudo batizado de Brasil Food Trends. Segundo os resultados, a indústria de alimentos deve continuar investindo na adaptação ao novo perfil dos consumidores brasileiros que priorizam fatores como sensorialidade, prazer, conveniência e praticidade. Também há mercado para os alimentos saudáveis que até podem ser mais caros, mas não menos saborosos.
Com o crescimento do mercado de alimentos minimamente processados, sem aditivos e com maior tempo de vida útil, e das oportunidades comerciais, a indústria de alimentos tenderá a investir no desenvolvimento de novas tecnologias de processamento. No capítulo dedicado ao tema, assinado pela professora titular do curso de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, Eliana Paula Ribeiro, fica evidente que os ganhos de produtividade advindos das novas tecnologias podem contribuir para a redução dos custos de produção, favorecendo a formação de preços competitivos e produtos adequados aos hábitos alimentares.
“Não há dúvidas a respeito da importância dos processos e da Engenharia de Alimentos na evolução do setor alimentício. Por isso, há várias pesquisas sendo realizadas internacionalmente na busca de novos processos que garantam a segurança dos alimentos e mantenham suas características sensoriais e seu valor nutricional”, explica a professora titular da Mauá.
Desde 1986, o Instituto Mauá de Tecnologia mantém o curso de Engenharia de Alimentos e já inseriu no mercado de trabalho mais de mil profissionais. “O engenheiro de alimentos é personagem principal de toda a cadeia produtiva de alimentos, pois integra todas as etapas do processo de transformação”, comenta Marcello Nitz.
Em 2006, alunos da Mauá venceram o 1.º Prêmio ABEA de Inovação Tecnológica com o “iogurte probiótico em pó”, desenvolvido no trabalho de conclusão de curso.
A partir da constatação da crescente demanda por iogurte, outros leites fermentados e alimentos funcionais, entre os consumidores que buscam uma alimentação cada vez mais prática, rápida e saudável, engenheirandas de alimentos, sob a orientação da professora do curso de Engenharia de Alimentos da Mauá, Dr.ª Cynthia J. Kunigk, chegaram à formulação do iogurte em pó.
O iogurte contém uma combinação de microrganismos probióticos, benéficos à saúde por provocarem melhoria no balanço microbiano intestinal, com prebióticos, que auxiliam no aumento da atividade metabólica dos microrganismos probióticos. O resultado foi um alimento funcional que alia à qualidade nutricional a vantagem de não necessitar de refrigeração, facilitando seu armazenamento e transporte.
“Esse é apenas um exemplo entre tantos trabalhos inovadores desenvolvidos todos os anos por alunos e professores do curso de Engenharia de Alimentos da Mauá”, comenta o professor Dr. Marcello Nitz, coordenador dos cursos de Engenharia de Alimentos e Engenharia Química da Mauá.
Fonte: http://www.maua.br/infomaua/texto/id/182
sábado, 2 de maio de 2015
Conservação de Alimentos
Os métodos de conservação de alimentos permitem que se possa guardá-los para uso futuro sem que se estraguem. Os homens pré-históricos secavam a comida ao sol ou guardavam-na em cavernas frescas. Atualmente ainda se usa a secagem (desidratação) e o resfriamento (refrigeração) para preservar os alimentos. No entanto, a ciência desenvolveu outros métodos de preservação dos alimentos. Entre esses métodos estão o enlatamento, o congelamento rápido, a adição de produtos químicos, a liofilização e a irradiação.
Graças aos métodos de conservação dos alimentos, as pessoas podem manter UMA DIETA SAUDÁVEL durante o ano inteiro. Pode-se comer na mesma refeição sardinhas em lata portuguesas, suco de caju do Nordeste e pêssegos em calda argentinos. Quase todo mundo come diariamente alimentos que passaram por um processo de conservação: suco de laranja em lata, carne-de-sol, bacalhau seco, frutas secas, banha e óleos vegetais, por exemplo.
Muitas donas-de-casa preferem enlatar os alimentos ou submetê-los a um congelamento rápido. Porém, a maioria dos alimentos em conserva é preparada pela indústria de processamento de produtos.
Todos os métodos de conservação de alimentos visam à obtenção de alimentos saudáveis e saborosos. As donas-de-casa e as indústrias de processamento de alimentos tomam muito cuidado ao escolher, preparar e industrializar os alimentos que pretendem conservar. Devem trabalhar em condições de limpeza e usar apenas produtos frescos de primeira qualidade, no estado próprio de amadurecimento. Devem jogar fora todos os pedaços estragados ou machucados e remover as partes que não vão ser comidas, como as cascas dos legumes e frutas e os caroços. Os principais métodos de conservação dos alimentos são: armazenamento em câmaras frigoríficas, enlatamento, congelamento, secagem, liofilização e cura. Além disso, o tratamento com antibióticos ou a exposição aos raios ultravioleta.
domingo, 26 de abril de 2015
Uso da computação na Análise Sensorial de Alimentos
A análise sensorial é uma disciplina científica usada para evocar, medir, analisar e interpretar reações das características dos alimentos e materiais, e como são percebidas pelos sentidos da visão, olfato, gosto, tato e audição. Para alcançar o objetivo específico de cada análise, são elaborados métodos de avaliação diferenciados, visando à obtenção de respostas mais adequadas ao perfil pesquisado do produto. Esses métodos apresentam características que se moldam com o objetivo da análise. O resultado, que deve ser expresso de forma específica conforme o teste aplicado é estudado estatisticamente concluindo assim a viabilidade do produto.
Os dados obtidos no teste podem ser realizados manualmente, sendo dados estatísticos, são consultadas tabelas estatísticas, que dependem do teste realizado. Esses métodos utilizados para realização de análise sensorial deixam muito a desejar por não traduzir satisfatoriamente os resultados.
Laboratórios mais sofisticados utilizam programas de computadores específicos para analisar os dados obtidos, com o objetivo de ganhar tempo e evitar/diminuir possíveis erros. Assim, as análises estatísticas são realizadas utilizando-sesoftware estatístico. Por exemplo, o programa computacional Statistical Analysis System (SAS), software Assistat, software Compusense five, o software FIZZ, entre outros.
Por mais de 25 anos, a empresa Compusense criou software de ponta e soluções de serviços de consultoria para clientes. O software Compusense five também está disponível para iPad, o Compusense ®at-hand, Compusense em-mão (Figura1), dá a flexibilidade para interagir com seus consumidores em sua língua e em qualquer local onde eles têm acesso à web.

Figura 1: Compusense em-mão no iPad.
O software Fizz é uma ferramenta poderosa capaz de coletar e analisar os dados sensoriais, proporcionando meios simples para realizar as tarefas longas, tedioso e várias encontradas em cada fase da análise sensorial. A primeira versão de FIZZ foi em 1988. Desde então, novas versões foram lançadas regularmente, tendo em conta as necessidades do usuário e os novos avanços tecnológicos e científicos. Projeta e calcula os resultados. Coleta de respostas automática, estatísticas e representações gráficas, relatórios de resultados, e etc. FIZZ permite o cálculo de dados de testes de classificação. Estes cálculos podem ser feitos para os dados do perfil transformadas por FIZZ em fileiras (Figura 2).

Figura 2: Gráfico em fileira para o teste chamado de Ordenação.

OS BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS
A grande preocupação da população em relação alimentação é de ter uma dieta saudável
com alimentos fusionais, ou seja que tem todos os nutrientes responsáveis pelo bom funcionamento do corpo humano. Por isso muitos aderem a uma dieta funcional a base de alimentos naturais. Devido a isso muitos desprezam os alimentos industrializados por acharem que não contem nutritivos. Porem a Industria de Alimentos não é a vilã nessa historia muito pelo contrario graças aos avanços da tecnologia e da engenharia de alimentos, é possível manter uma dieta balanceada e completa mesmo com o uso de alimentos industrializados.
Os ingredientes funcionais, presentes no mercado na forma de suplementos ou alimentos enriquecidos, são grandes aliados para garantir uma alimentação que proporcione mais nutrição, mais saúde e também ajude a prevenir doenças.
Assim, dizemos que conservar é manter as características do alimento estáveis, por isso, é importante ressaltar que o alimento a ser conservado precisa chegar à etapa de conservação com boa qualidade, uma vez que o processo de conservação não reverte o quadro de deterioração já iniciado, podendo apenas retardá-lo.O ponto de partida, então, para um processo de conservação ideal, é o recebimento de matérias-primas de boa qualidade. Por exemplo, para produtos de origem vegetal, a qualidade física depende principalmente dos estágios finais do processo produtivo (a colheita e o transporte), além de suas condições de armazenamento antes e depois da ação das etapas conservativas.
A Engenharia de Alimentos veio proporcionar um elo de ligação mais eficaz com o consumidor, ela pensa na praticidade, na qualidade, na redução de custos, na conservação de modo geral dos alimentos. De maneira alguma ela veio substituir os alimentos naturais. Muito pelo contrario ela veio contribuir com a população, pensando no seu bem estar.
Desde epocais antigas surgiu a necessidade de conservar alimentos por muito mais tempo, sem que os mesmo perdessem seus nutrientes.Como grande ícone do processamento tecnológico, conservação é a arte que consiste em manter o alimento o mais estável possível, mesmo em condições nas quais isso não seria viável. Quando falamos em conservar os alimentos precisamos pensar em três características, são elas: físicas, químicas e biológicas. E a engenharia de Alimentos participa de todas as etapas desde o recebimento de matérias-primas de boa qualidade. Por exemplo, para produtos de origem vegetal, a qualidade física depende principalmente dos estágios finais do processo produtivo (a colheita e o transporte), além de suas condições de armazenamento antes e depois da ação das etapas conservativas.
Como foi visto aqui, a tecnologia de alimentos proporciona uma melhor qualidade de vida para as pessoas, já que acompanha todas as fazes de processos dos alimentos, mantendo um alto rigor para obter melhor qualidade.
Entre as opções citadas aqui temos também outros processos da área atuante mais comuns no mercado nacional encontram-se produtos com probióticos, pré-bióticos e fibras, que auxiliam a função intestinal; fitoesteróis e betaglucana, reduzem a absorção de colesterol; licopeno, luteína e zeaxantina, que agem como antioxidantes; manitol, xilitol e sorbitol, combatem os ácidos que danificam os dentes. Mas a indústria tem investido muito em pesquisa para ampliar as opções de produtos industrializados que, não só causem menos impacto à saúde, mas que possam trazer benefícios em longo prazo.
Em fim como relatado a Industria de alimentos tem seus pontos qualitativos já que proporcionam, aumento da produtividade,redução de custos, melhoria da qualidade,segurança,vantagem competitiva, precisão,monitoramento remoto, dentre outros.Uso da tecnologia na Engenharia de Alimentos.
O desenvolvimento da informática constitui um marco na história da humanidade. Segundo Primak (2009) a informática, entre tantas definições, é a técnica de tratamento automatizado da informação utilizando equipamentos, entre eles o computador.
As tecnologias de informação contemporânea vão além do computador isolado e abrangem redes de comunicação, impressoras, processamento de imagens, gráficos, etc. Com base no conceito de informática, observa-se que a informática vai muito além do simples comparativo com computador.
A informática, nos dias de hoje, é a principal ferramenta administrativa na vida diária de uma empresa. Vem adquirindo cada vez mais relevância na vida das pessoas e nas empresas. Sua utilização é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas.
O processo de inovação tecnológica na indústria de alimentos no mundo é caracterizado por ampla interface com outros setores industriais. A indústria de alimentos estimula inovações em toda a cadeia agroalimentar, tais como nos produtores de matéria-prima (agricultura), em fornecedores de aditivos, no setor de embalagens, na distribuição atacadista e varejista, e em indústrias de bens de capital.
Muitas aplicações industriais no setor alimentício necessitam da utilização de máquinas de alta tecnologia para ajudar a aumentar o nível de produtividade de processamento de alimentos. A informática é a força central na indústria alimentar, onde cada dado único é armazenado no computador. A aplicação deste aparelho é necessária para apoiar a empresa e conhecer cada detalhe da produtividade da empresa e muito mais. No ramo da engenharia de alimentos é necessário que haja sempre desenvolvimento de tecnologias e, consequentemente, criação de novos programas destinados a melhorar a atividade dos engenheiros.
- A computação e uso da programação na Engenharia de Alimentos
No mercado de trabalho que abrange a área de alimentos, em tudo que consumimos, seja comendo ou bebendo, também existe informática. O uso de máquinas computadorizadas nas indústrias de alimentos tem sido a principal fonte de trabalho. As máquinas só exercem seu trabalho se seu operador programá-la para tal tarefa. Para isso, existem os programas que são feitos e devidamente instalados para efetuarem tais funções.
Na engenharia de alimentos, a programação pode ser utilizada para desenvolver programas de cálculo de equipamentos da indústria e de estimação de propriedades físicas de alimentos ou de substâncias químicas, por exemplo. Também pode ser desenvolvido um software para monitorar a esterilização de alimentos. Nas análises de alimentos, em todos os equipamentos utilizados existem programas específicos, para determinação de qualquer componente do alimento.
Na indústria alimentícia, a programação também está presente em praticamente todas as etapas da produção de um produto. Podemos citar as diversas máquinas que são programadas para efetuarem automaticamente a separação de uma boa matéria-prima, o processamento desse produto e até o seu envase ou embalagem para que depois seja feito o armazenamento.
sábado, 25 de abril de 2015
Indústria de Alimentos
A indústria de alimento se desenvolveu em sua fase inicial para resolver o problema do armazenamento de excedentes e da comercialização de alimento. Ela confere ao produto maior durabilidade e aproveitamento, o processamento é dividido em quatro fases: beneficiamento, elaboração, preservação e conservação, e armazenamento. Os métodos de conservação de alimentos é bastante empregado para aumentar a vida útil do produto. Um exemplo de indústria que usa esses conceitos é a dos refrigerantes. Nela água, açúcar e outros aditivos são misturados e depois gaseificados. A produção de chocolate é outro exemplo do uso de vários conceitos dessa indústria. Os processos de fermentação, secagem, trituração e prensagem são alguns exemplos de processos usados para fabricar esse derivado do cacau. Já o processo de processamento do leite utiliza-se os processos de homogeneização, pasteurização, clarificação e padronização e no processamento de seus derivados. No processamento do açúcar é usado processos de calagem, sulfitação, decantação, centrifugação entre outros.Com o desenvolvimento de técnicas que permitiram o aumento da produção de alimentos, e com o crescimento da população que aumentou a sua demanda, desafiantes problemas se originaram. Entre eles, a geração de produtos excedentes, o que tornou obrigatória a troca de alimentos entre diferentes grupos.
O principal empecilho para a troca de alimentos era a rápida deterioração da maioria dos alimentos, ou seja, não seria possível estocar os produtos excedentes tempo o suficiente para serem consumidos. Então meios empíricos de conservação de alimentos foram aos poucos introduzidos.
Com o passar dos anos, a necessidade de consumir ganhou maior importância e, por consequência, a de produção também. Esse cenário inspirou a criação e o progresso da indústria de alimentos e do desenvolvimento da tecnologia de alimentos.
O valor da indústria de alimentos consiste em sua finalidade de, através de processos físicos, químicos e biológicos, transformar matérias-primas alimentares, em produtos adequados ao consumo humano e de longa vida de prateleira.
Embora o desenvolvimento da indústria de alimentos represente uma grande conquista para os consumidores, sempre haverá redução dos valores nutritivos dos alimentos industrializados.
1) produção, controle e otimização dos processos, objetivando aumento de produtividade, qualidade, estabilidade e valor nutritivo dos produtos, com diminuição dos custos envolvidos;
2) armazenamento de produtos alimentícios, evitando perdas e mantendo a qualidade das matérias-primas até a sua industrialização ou consumo “in natura”;
3) higienização e controle de qualidade na indústria, determinando padrões de qualidade envolvidos em todas as etapas de planejamento, processos e implantação de sistemas e programas de controle de qualidade físico-químico, microbiológico e sensorial;
4) pesquisa e desenvolvimento de novos processos e produtos, objetivando atingir novos mercados, redução de perdas e aproveitamento de subprodutos;
5) planejamento, execução e implantação de projetos de unidades de processamento;
6) implantação e gerenciamento de sistemas de tratamento de resíduos industriais alimentícios;
7) manutenção preventiva de equipamentos;
8) fiscalização de alimentos e bebidas, atuando também na definição de padrões de qualidade;
9) consultoria e assistência técnica a empresas do ramo alimentício;
10) ensino, pesquisa e extensão.
A profissão do engenheiro de alimentos requer raciocínio abstrato, aptidão numérica e verbal, sociabilidade e envolve sólidos conhecimentos nas áreas de ciências exatas, biológicas e químicas, e conhecimentos específicos. Além de cursar disciplinas, que constam de aulas teóricas e práticas, os alunos terão oportunidade de participar de atividades acadêmicas, tais como estágios, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão e inúmeros eventos, complementando sua formação profissional, ética e social. O mercado de trabalho do engenheiro de alimentos está em expansão pois sua atuação profissional traz um benefício técnico/econômico/sócio-ambiental para empresas de diferentes portes, sendo sua atuação vital para melhorar a competitividade das indústrias alimentícias no mercado globalizado e obtenção de produtos alimentícios seguros e de alta qualidade a custos mais baixos.
Novos snacks criados por engenheiros de alimentos
Novos snacks tem sua produção feita no amazonas, mostrando mais uma vez que os alimentos regionais abrem cada vez mais portas para engenheiros de alimentos, aquecendo cada vez mais o mercado.
Mais informações:
http://portalamazonia.com/noticias-detalhe/ciencia-e-tecnologia/pupunha-e-acai-sao-base-de-cereal-matinal-e-snacks-criados-em-manaus/?cHash=067711ed1ef3bd9872a62910b961ad6f
Mais informações:
http://portalamazonia.com/noticias-detalhe/ciencia-e-tecnologia/pupunha-e-acai-sao-base-de-cereal-matinal-e-snacks-criados-em-manaus/?cHash=067711ed1ef3bd9872a62910b961ad6f
O Mestre Cervejeiro
Conheçam o mestre cervejeiro, o profissional que nasce a partir da engenharia de alimentos e que vai crescendo cada vez mais e se popularizando rapidamente graças aos bons salários e as ''ótimas'' condições de trabalho.Brincadeiras a parte essa profissão se origina como uma ramificação da engenharia de alimentos e se encaixa perfeitamente com o curso já que o mestre cuida desde a seleção da matéria prima até a produção e transporte da mesma supervisionando todos os processos envolvidos até mesmo no planejando o orçamento para tudo.
Mais informações no link:
Mercado de trabalho do Engenheiro de Alimentos no Amazonas
Agora que já sabemos como é o mercado no Brasil esta na hora de saber como é esse mercado voltado aqui para a região amazônica. Como sabemos existem muitas industrias alimentícias aqui na região porem muitas estão começando e como o engenheiro de alimentos é um ''conceito novo'' poucos conhecem no entanto isso vem mudando ainda mais por aqui ser uma região onde existem diversos produtos que podem ser utilizados em vários ramos da engenharia de alimentos, desde a pesquisa ate o processamento de varias frutas regionais.
Estes servem para que o Engenheiro de Alimentos trabalhe em cima dos mesmo assim abrindo o espaço para um milhão de oportunidades com esses alimentos como exemplos pesquisas para produção de novos alimentos com base nestes regionais ou até a industrialização destas frutas para consumo não sazonal. O mercado na região Norte já foi mais aquecido, contudo ele continua crescendo e perde para as regiões Sul e Sudeste que mais absorvem trabalhadores nessa área devido ao grande numero de industrias alimentícias presentes na região.
Então podemos concluir que devido aos alimentos aqui presentes e as novas oportunidades a região amazônica é bem promissora apesar de ainda haver falta de incentivo para a areá o engenheiro consegue trabalhar nessa mesma região com facilidade mesmo que em outras regiões esse mercado seja mais aquecido.
Estes servem para que o Engenheiro de Alimentos trabalhe em cima dos mesmo assim abrindo o espaço para um milhão de oportunidades com esses alimentos como exemplos pesquisas para produção de novos alimentos com base nestes regionais ou até a industrialização destas frutas para consumo não sazonal. O mercado na região Norte já foi mais aquecido, contudo ele continua crescendo e perde para as regiões Sul e Sudeste que mais absorvem trabalhadores nessa área devido ao grande numero de industrias alimentícias presentes na região.
Então podemos concluir que devido aos alimentos aqui presentes e as novas oportunidades a região amazônica é bem promissora apesar de ainda haver falta de incentivo para a areá o engenheiro consegue trabalhar nessa mesma região com facilidade mesmo que em outras regiões esse mercado seja mais aquecido.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Mercado de Trabalho do Engenheiro de Alimentos
Olá meu nome é Domingos Sávio e vou falar um pouco sobre o mercado de trabalho da Engenharia de Alimentos que por acaso é bastante promissor no Brasil e vem crescendo cada vez mais.Porem primeiro temos que nos perguntar, a engenharia de alimentos é uma carreira promissora?A vida atual está muito atribulada. As pessoas têm cada vez menos tempo para si e não dispõem de um número razoável de horas para preparar de alimentos. Pode-se dizer, então, que a indústria alimentícia tende a crescer. O uso de produtos alimentícios industrializados, aliás, relaciona-se ao predomínio da vida urbana no planeta.
Mas, o que significa se dar bem nos dias de hoje? As respostas são variadas. Para um desempregado, se dar bem é conseguir um emprego. Para um empresário, é fazer seu negócio crescer, entre outras coisas. Para outro profissional, é gostar muito de seu trabalho e se realizar pessoalmente. Pode ser também conseguir uma promoção ou poder lutar por melhorias para a coletividade. O que significa se dar bem na vida para você?
Vale lembrar que a produção e o consumo de alimentos, como qualquer outro produto, estão submetidos às variações da economia. Portanto o emprego nesta área também.
Lembrando também que hoje apesar de estar sendo reconhecida só agora essa área e importantíssima para a sociedade assim como para o mundo. Entre todas as áreas da engenharia, a de Alimentos é uma das mais amplas e uma das que oferece mais oportunidades no mercado de trabalho no Estado de São Paulo. Primeiro, porque, nas crises, a indústria de alimentos é a que menos sofre conseqüências; segundo, porque São Paulo congrega indústrias diversificadas, mais consoantes com o desenvolvimento de novos produtos e alinhadas com o mercado internacional. “Dentro desse quadro, em São Paulo o engenheiro de alimentos pode se tornar gerente e, depois, supervisor de setor em apenas dois anos, enquanto em outras regiões esse percurso leva cerca de quatro anos”, diz Gláucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Com salário inicial entre R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil, tudo indica que, em pouco espaço de tempo, esse profissional consiga ganhar mais.
Ele é responsável pela criação dos cardápios, sugerindo, também, como devem ser as etapas de produção. O campo de atuação desse profissional é bastante amplo, pois abrange todos os segmentos do setor de alimentação, desde a concepção de equipamentos, das linhas de processo até o estudo dos componentes presentes nos diversos alimentos in natura ou processados e de embalagens adequadas a sua veiculação. No laboratório, ele pesquisa as diversas formas de processamento de carnes, leite, verduras, frutas e cereais, ao mesmo tempo em que executa tarefas ligadas à industrialização dessas matérias-primas. Na fase de produção, esse profissional altera a composição de produtos naturais, reforça seu teor nutritivo e decide qual é o melhor conservante, por exemplo, para cada uso. Pode também atuar no controle de qualidade, fiscalizando o processo industrial e o cumprimento das complexas leis exigidas para a criação de novos produtos. Os laboratórios, porém, não são os únicos campos de emprego. Trabalhar por conta própria pode ser uma boa opção, desde que se tenha conhecimentos mais profundos da área, ou seja, desde que o profissional tenha capacidade de apresentar projetos para as indústrias. Muitos optam por atuar na área administrativa, sugerindo formas de diminuir os custos de produção dos alimentos, sem prejuízo para a qualidade. Nos setor público, há espaço para esse profissional atuar na fiscalização e na análise de alimentos.
Reconhecido pelo MEC em 1971, o curso de Engenharia de Alimentos oferece formação voltada para as tendências de consumo e para o que há de mais moderno em termos de alimentos. Além das disciplinas básicas – matemática aplicada, física, química – estuda-se termodinâmica, nutrição, matérias-primas, microbiologia, entre outras. Algumas escolas compõem o currículo também com administração, estatística e desenho – conhecimentos fundamentais para o domínio da tecnologia de processamento de alimentos.
Mas, o que significa se dar bem nos dias de hoje? As respostas são variadas. Para um desempregado, se dar bem é conseguir um emprego. Para um empresário, é fazer seu negócio crescer, entre outras coisas. Para outro profissional, é gostar muito de seu trabalho e se realizar pessoalmente. Pode ser também conseguir uma promoção ou poder lutar por melhorias para a coletividade. O que significa se dar bem na vida para você?
Vale lembrar que a produção e o consumo de alimentos, como qualquer outro produto, estão submetidos às variações da economia. Portanto o emprego nesta área também.
Lembrando também que hoje apesar de estar sendo reconhecida só agora essa área e importantíssima para a sociedade assim como para o mundo. Entre todas as áreas da engenharia, a de Alimentos é uma das mais amplas e uma das que oferece mais oportunidades no mercado de trabalho no Estado de São Paulo. Primeiro, porque, nas crises, a indústria de alimentos é a que menos sofre conseqüências; segundo, porque São Paulo congrega indústrias diversificadas, mais consoantes com o desenvolvimento de novos produtos e alinhadas com o mercado internacional. “Dentro desse quadro, em São Paulo o engenheiro de alimentos pode se tornar gerente e, depois, supervisor de setor em apenas dois anos, enquanto em outras regiões esse percurso leva cerca de quatro anos”, diz Gláucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Com salário inicial entre R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil, tudo indica que, em pouco espaço de tempo, esse profissional consiga ganhar mais.
A preocupação dos brasileiros com a saúde, hoje, principalmente entre jovens e idosos, leva as indústrias a elaborar cardápios específicos, com baixo teor de gordura e açúcar, acrescidos de nutrientes e vitaminas que garantam a boa forma e previnam doenças. E é justamente nessa etapa que entra o trabalho do engenheiro de alimentos.
Ele é responsável pela criação dos cardápios, sugerindo, também, como devem ser as etapas de produção. O campo de atuação desse profissional é bastante amplo, pois abrange todos os segmentos do setor de alimentação, desde a concepção de equipamentos, das linhas de processo até o estudo dos componentes presentes nos diversos alimentos in natura ou processados e de embalagens adequadas a sua veiculação. No laboratório, ele pesquisa as diversas formas de processamento de carnes, leite, verduras, frutas e cereais, ao mesmo tempo em que executa tarefas ligadas à industrialização dessas matérias-primas. Na fase de produção, esse profissional altera a composição de produtos naturais, reforça seu teor nutritivo e decide qual é o melhor conservante, por exemplo, para cada uso. Pode também atuar no controle de qualidade, fiscalizando o processo industrial e o cumprimento das complexas leis exigidas para a criação de novos produtos. Os laboratórios, porém, não são os únicos campos de emprego. Trabalhar por conta própria pode ser uma boa opção, desde que se tenha conhecimentos mais profundos da área, ou seja, desde que o profissional tenha capacidade de apresentar projetos para as indústrias. Muitos optam por atuar na área administrativa, sugerindo formas de diminuir os custos de produção dos alimentos, sem prejuízo para a qualidade. Nos setor público, há espaço para esse profissional atuar na fiscalização e na análise de alimentos.Engenharia de Alimentos Imune a crises ?
O setor de alimentos é um dos que apresentam maior crescimento e estabilidade no Brasil. Diferentemente de outros setores industriais, esse não foi pego pela crise econômica mundial. A vacina é o mercado consumidor interno: a ascensão econômica de 30 milhões de brasileiros para a classe média levou as indústrias a investir em segmentos mais populares, o que aumenta a oferta de emprego para o engenheiro de alimentos.
Introdução a Engenharia de Alimentos
É uma área de conhecimento específica capaz de englobar todos os elementos relacionados com a industrialização de alimentos e que pode através do profissional, com esta formação, potencializar o desenvolvimento deste ramo em todos os níveis: seja na formação de profissionais, no subsídio à elaboração de políticas nos projetos de pesquisa, na atuação dentro das empresas do setor, como na colaboração à preservação da saúde pública (normatização técnica, orientação e fiscalização).
Atualmente, a profissão de Engenheiro de Alimentos está muito difundida, principalmente, nos países desenvolvidos e industrializados, onde desempenha atividades com excelência. Além disso, estes criam intercâmbio com o Brasil, possibilitando o contato com tecnologias de ponta, para posterior adaptação e aplicação às nossas condições.
Este engenheiro ocupa-se da fabricação, da conservação, do armazenamento e do transporte de alimentos industrializados. Trabalha na indústria, participando de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem animal ou vegetal, da seleção das matérias-primas e definição do sistema de armazenagem, até o projeto das embalagens. Desenvolve e testa formulações, com a finalidade de determinar o valor nutricional de alimentos, seu sabor, sua cor e sua consistência. Desenvolve tecnologias limpas e processos para aproveitamento de resíduos. A indústria alimentícia é, sem dúvida, o principal campo de atuação deste engenheiro. Mas ele pode trabalhar, ainda, em indústrias fornecedoras de equipamentos, embalagens e aditivos.
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